Um olhar sobre o cotidiano

Se Paris é conhecida como Cidade Luz, deve muito dessa fama aos milhares de fotógrafos que voltaram os olhos para suas ruas, praças, edifícios e monumentos. A iconografia da capital francesa, no entanto, não se resume a um inventário de maravilhas arquitetônicas: seus moradores, envolvidos nas pequenas atividades do dia-a-dia, também foram objeto de inúmeros cliques. Entre os que se dedicaram a esse trabalho, um dos mais celebrados é Robert Doisneau, que completaria 100 anos em abril – mês que recebeu as mais variadas homenagens em todo o mundo, inclusive no Brasil, com uma grande exposição no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio.

Fonte: Revista Photo
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Juaeliton Campos

Juaeliton Campos, é de Aracaju (SE) e começou a fotografar por um motivo bem nobre: o nascimento de sua filha Sara há cinco anos. “Junto com ela nasceu o desejo de fotografar, principalmente meu bebê”, relembra o fotógrafo que a partir de então começou a comprar revistas e livros sobre fotografia mesmo sem ter um equipamento adequado e nem recursos financeiros para bancar uma câmera DSLR.

Fonte: Revista Photo
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Snapop, o livro

Não tem aqueles ratos de shows que gostam de levar uma câmera fotográfica para registrar quem está no palco? Poderíamos dizer que Victor Balde e Arthur Soares eram dois deles até que decidiram fazer disso algo sistematizado a partir de 2008 e que acabou como projeto de conclusão do curso de Jornalismo pela Universidade Tiradentes, de Aracaju (SE).

O projeto foi batizado como Snapic e o livro, Snapic Música pra Ver. A primeira cobertura conjunta dos dois foi realizada durante o Dueto Cultural, um evento realizado no Espaço Emes, na capital sergipana que contou com a presença de Arnaldo Antunes, Capitão Parafina e Maria Scombona. Com os elogios recebidos, a sequência já se pode imaginar. “A ideia do projeto foi mostrar o trabalho produzido pela Snapic entre 2008 e 2011, com foco nas bandas de Sergipe”, lembra Balde. E assim foi feito. Shows, bastidores, estilos, enfim, nada fugiu do foco dos dois fotógrafos.

Fonte: Revista Photo
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A cidade nua

Autor de uma série de livros sobre as paisagens do Rio Grande do Sul, desta vez Eurico Salis resolveu mudar. Não necessariamente o tema, mas o modo de captura das imagens. O fotógrafo, autor de Caminhos Gaúchos – Olhar dos Viajantes (2006), Porto Alegre – Cenas Urbanas, Paisagens Rurais (2008) e Cidades Gaúchas – Paisagens Urbanas (2010) lançou no fim de 2011 seu primeiro livro só de fotografias em preto e branco, Centro Histórico de Porto Alegre. A mudança não representou, como supôs este jornalista, um retorno ao PB que marcou seu início de carreira. Salis jamais o abandonou. Assim como não abandona o registro das cidades, um exercício que remete à adolescência em Bagé, cidade na fronteira com o Uruguai onde o fotógrafo nasceu e iniciou sua trajetória.

Fonte: Revista Photo
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